terça-feira, 29 de janeiro de 2013

MUDANÇA DE CULTURA

Foto Assessoria de Imprensa PMCM
Num verdadeiro exemplo de mudança de cultura política em Campo Maior, o prefeito Paulo Martins com a atitude de não receber seu salário com o aumento dado na legislatura passada, demonstra uma linha de pensamento diferente de todos os prefeitos que já passaram por nosso município.

Pela lesgislação, a Câmara Municipal antes do início do mandato do novo prefeito, vota os salários para a legislatura seguinte, aumento que tem a duração de 4 anos. Os vereadores que encerram o mandato em 31 de janeiro do ano passado, aumentaram os salários em mais de 25%. 

Paulo Martins conseguirá uma economia de quase 1 milhão de reais por ano, já que a decisão foi extensiva ao salário da vice-prefeita Sílvia do Caú e dos secretários municipais. “Eu pretendo com essa medida fazer economia suficiente para investir em obras e serviços em Campo Maior. Além de reduzir os salários também diminui o tamanho da máquina administrativa, que tem hoje tem gerências, supervisões e coordenações a menos”, comentou Paulo Martins.

A medida chamou a atenção da imprensa estadual, que deu enfoque, inclusive, ao aumento do prefeito de Teresina que naão tomou a mesma decisão e teve o salário com 47% de aumento, sendo, inclusive, questionado pela população.

Populares comentaram durante a noite de hoje a decisão, que teve uma reprercussão favorável da população campo-maiorense, que nunca havia testemunhado tal medida.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

MEC divulga segunda chamada do Sisu na segunda-feira

O Ministério da Educação (MEC) divulga na próxima segunda-feira (28) a segunda chamada de selecionados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) , na página do programa na internet . Os candidatos terão os dias 1º, 4 e 5 de fevereiro para efetuar a matrícula na instituição de ensino. O Sisu é o sistema informatizado do MEC no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
 
De segunda (28) até o dia 8 de fevereiro, está aberto o prazo de adesão à lista de espera para concorrer às vagas remanescentes. Pode aderir à lista o candidato não selecionado em nenhuma de suas opções de curso nas chamadas regulares e o candidato selecionado em sua segunda opção de curso, independentemente de ter efetuado a matrícula. A participação na lista de espera somente poderá ser feita para a primeira opção de vaga do candidato.

Para entrar na lista de espera, o estudante precisa acessar seu boletim do candidato na página do Sisu e clicar no botão que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista. A convocação ocorrerá em 18 de fevereiro.

A primeira edição deste ano do Sisu contabilizou 1.949.958 inscritos que disputaram 129.319 vagas em 3.752 cursos. Ao todo, participaram 101 instituições públicas de educação superior. De acordo com o MEC, houve um crescimento de inscrições de 11% em relação ao ano passado, quando o sistema registrou 1.757.399 inscritos.

Neste mês, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou o pagamento de bolsa assistência estudantil no valor de R$ 400 para garantir a permanência dos alunos cotistas de baixa renda nas universidades federais. O benefício será concedido aos alunos de cursos com duração diária acima de cinco horas e que tenham sido aprovados no Sisu por meio das cotas sociais, ou seja, estudantes com renda per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo. A expectativa é que a medida entre em vigor em maio deste ano.

Fonte: ultimosegundoig.com.br
 

Mais de 70% das escolas públicas não têm biblioteca

Segundo estudo, 80,6% das escolas construídas entre 2008 e 2011 não têm biblioteca

Para equipar todas as 113.269 unidades até 2020, como prevê lei, seria necessária construção de 34 bibliotecas por dia

O Brasil precisa construir 130.000 bibliotecas escolares até 2020 para cumprir a lei 12.244, que obriga as instituições públicas e privadas de ensino do país a manter um acervo mínimo de um livro para cada estudante. Hoje, apenas 27,5% das escolas públicas têm bibliotecas. Segundo levantamento realizado pelo movimento Todos Pela Educação com base no Censo Escolar 2011, só para equipar a parcela carente das 113.269 unidades públicas até o prazo previsto em lei, seria necessária a construção de 34 bibliotecas ao dia.

O estudo compara números do Censo 2011 com os de 2008 e revela que mais de 80% das escolas construídas entre 2009 e 2011 não possuem bibliotecas. Das 7.284 instituições inauguradas no período, pouco mais de 1.500 contemplam o espaço de leitura.

Os estados mais carentes são os das regiões Norte e Nordeste. Na rede municipal do Maranhão, só 6% das escolas têm bibliotecas. Apesar dos piores resultados se concentrarem nesses áreas, São Paulo ostenta um dos piores índices do ranking: 85% das unidades das redes estadual e municipais não têm bibliotecas, totalizando 15.084 unidades carentes.

O prejuízo é enorme: a edição 2012 da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, da Fundação Pró-Livro, mostrou que as bibliotecas escolares são a principal forma de acesso a livros entre crianças e jovens de 5 a 17 anos de idades. "Isso mostra que só a legislação não é suficiente, porque tem lei que realmente não pega", afirma Priscila Cruz, diretora do Todos pela Educação.

As instituições de ensino infantil são as mais prejudicadas. Enquanto 82% das escolas de ensino profissional e 52% das de ensino médio construídas após 2008 possuem biblioteca, apenas 10% das de ensino infantil têm o espaço. O número é um contrassenso, segundo educadores, visto que é na faixa etária dos 5 anos que a criança está descobrindo a língua.

Fonte: Vejaonline

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013